quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Big Brother (por Bruna Medeiros).

Ai, como eu queria escrever um texto sobre isso. Começarei do começo. Big Brother. “Grande Irmão”. Não gosto desse programa. Alias, o que deixa o programa uma “alienação” como o povo diz, é a edição da Globo (não tenho nada contra a emissora). Mas, o que eu penso é que realmente quem critica o programa com assiduidade quer pagar de intelectual sim. Eu não gosto do programa, como já disse, mas vejo qualidades. Você, leitor que critica, já pensou nos sacrifícios que aqueles competidores se submetem para ganhar um milhão de reais? Três meses sem ver a família, amigos e etc, sem fazer as coisas que gosta, sem poder fazer nada sem ser visto pela câmera e em troco disso estar num jogo concorrendo a uma bolada de dinheiro. Você faria isso, trocar sua vida por três meses para concorrer a um bem material? Não? Sim? Então. O confinamento de pessoas com culturas diferentes, com pensamentos diferentes sem contato com o mundo traz reações em suas atitudes que são interessantes de se observar. Confesso que me interessei sobre essa edição quando soube que três competidores são gays assumidos (sendo um deles drag), tem marombado, tem dançarino, tem judeu que gosta de mulher pelada, tem PM mulher que bate em homem. Não é pelo fato da polêmica que isso vai causar, mas é a primeira vez que eles juntam pessoas com pensamentos diferentes ASSUMIDOS e isso sim despertou minha curiosidade de como as pessoas que assistem reagirão. Eu só espero que eles mantenham suas posições.

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